quarta-feira, 14 de julho de 2010
Soltando a Língua
Corpos Belos!
Malhar, se cuidar, beleza!Mas o exagero pode causar grandes problemas pro corpo e pra cabeça!
Pe Silvio César solta a língua sobre a beleza estética e o culto do corpo num mundo que cada vez mais valoriza o que é belo por fora.
E como cristãos, como achar o equilíbrio? Confere aí:
Atenção, área VIP
Hoje um dos maiores medos nos relacionamentos é o de ficar só, sem namorado; sem namorada. Aí entra esse grande rótulo (encalhado!).
Colocado muitas vezes por nós mesmos.
Mas eu quero te apresentar uma nova palavra… Por sinal, não a encontramos em qualquer lugar, muito menos para qualquer um…
Mas eu quero te apresentar uma nova palavra… Por sinal, não a encontramos em qualquer lugar, muito menos para qualquer um…
Pense comigo!
Quantas vezes fomos para um casamento ou uma festa importante e encontramos lá bem grande:
“RESERVADO”.
Chegamos num supermercado e vemos logo de cara aquela fila:
“RESERVADA”.
A primeira impressão que fica é que pessoas importantes irão usufruir daquilo que foi separado, escolhido, preparado e reservado.
Não quero só te dizer que você está reservado (a), mas existe uma pessoa separada, escolhida, preparada e reservada que na hora certa vai dar certo.
Encalhado é uma palavra tão baixa, tão vulgar que ninguém deveria ser rotulado assim. Afinal de contas quem fica encalhada é baleia e na maioria das vezes, ela não consegue soltar-se, fica presa, se ferindo até morrer.
Você está encalhado/a?
Não está.
Pense diferente.
Você está “Reservado/a” você é muito importante e só pessoas importantes podem usufruir, só a pessoa certa pode ter acesso.
Não se deixe levar por essa onda, mas se assuma como: RESERVADO(A)
Como fala Stª Edith Stein “O que vale apena possuir, vale a pena esperar”
Tamu junto
Thiago TeodoroEspiritualidade Jovem
Sim é possível e necessário!
Este foi o tema abordado com os missionários da Comunidade Shalom no programa Revolução Jesus.
Quem acompanhou pela @tvcancaonova pode dizer e comprovar que o assunto estava pra lá de bacana!
Mas como nossa equipe nunca deixa ninguém para trás, você confere abaixo, os melhores momentos.
Na entrevista, Léo, Gustavo e Moura falam como ser um jovem ESPIRITUAL! E para melhorar o seu dia, você confere na integra a música “Conto Contigo” do novo CD “De malas prontas” da Banda Missionário Shalom.
Fique ligado, porque para esta semana, temos muitas novidades!!!
Tamu junto !!!
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sábado, 10 de julho de 2010
A oração da Ave-Maria
Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid
Arcebispo Emérito da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Uma das orações católicas mais populares é a Ave-Maria. Todos rezamos o Terço, por vezes o Rosário inteiro, mas, nem sempre, meditamos sobre o conteúdo desta oração. Por isso, tomei a peito adentrar um pouco sua profundidade.
Sabemos que a oração mais importante do Rosário, é o Pai-Nosso, no qual Cristo resume toda a doutrina do Reino de Deus. A seguir, o Glória proclama o mistério trinitário, e a Ave-Maria celebra o centro do Mistério da Encarnação.
A saudação angélica consta do Evangelho de Lucas, quando o anjo Gabriel foi enviado à Virgem de Nazaré, chamada Maria. Ela estava, certamente, em oração, e o anjo a saúda: “Alegra-te, Maria”. Esta era uma saudação profética em Israel, dirigida a personalidades ilustres, quando recebiam grandes missões. Alegra-te: é o prenúncio de que estão em jogo grandes coisas por acontecer (cf. Lc 1,21ss).
Logo depois, vem assinalado o motivo dessa alegria: “Alegra-te, porque és cheia de graça”. “Cheia de graça” é o título da plenitude: Maria recebera tanta graça quanta era cabível em uma criatura humana. E é nessa plenitude de graça que se radicam os grandes dogmas do culto mariano. Em Maria, evidencia-se a ação plena de Deus, com a colaboração de sua aquiescência humana.
“O Senhor está contigo”. Esta é outra fórmula usual, que também se encontra no chamado de Deus a Moisés (cf. Ex 3,12), assim como a outras personalidades da Antiga Aliança, que receberam de Deus missões difíceis. E, assim, o anjo Gabriel diz a Maria: “O Senhor está contigo”. E ela se assusta, pergunta e titubeia, não sabe do que se trata. E o anjo continua, dizendo-lhe que ela seria a Mãe do Messias: “Eis que conceberás e darás à um luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim” (Lc 1,31-33). Não se sabia, então ainda, que o Messias seria Deus. Isto foi revelado somente mais tarde, pelas palavras e pelas obras do próprio Cristo.
Diante da saudação e da proposta que lhe são apresentadas, Maria, finalmente, aceita. Não porque já compreendesse tudo, mas porque vem da parte de Deus: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). Essa disponibilidade era necessária, para que Jesus pudesse entrar na nossa história, reconduzindo-nos ao primigênio plano do amor de Deus. Naquele momento, começa a restauração da humanidade.
Isabel completa a saudação do anjo: “Tu és bendita entre todas as mulheres” (Lc 1,42). A introdução do termo “mulheres” foi muito oportuna, acentuando a dignidade feminina, porque as mulheres quase não eram consideradas em Israel. Mas a saudação teve um motivo teológico. Maria ia ser a Mãe do Salvador, o Filho de Deus: “Bendito é o fruto do teu ventre”. Reconhecendo-se como serva, acolhe a grandeza da maternidade, como puro dom de Deus: “porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo” (Lc 1,49), conforme ela cantará no seu Magnificat.
Chegamos à segunda parte da Ave-Maria, composta pela Igreja. “Santa Maria, Mãe de Deus”: “santo” significa tudo o que é separado do profano, reservado, escolhido entre todos. Maria foi toda consagrada a Deus, para ser o vaso insigne, que acolheria a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, o Verbo de Deus. Ser sua Mãe é a fonte de todas as glórias de Maria.
Ele veio ao mundo com o nome de Jesus, que significa “Deus salva”. Como Verbo de Deus, possui a natureza divina desde sempre. Encarnando, assume a natureza humana, que Maria lhe oferece, como instrumento de colaboração para a Redenção da humanidade, e nunca mais a depõe. Portanto, em sua Pessoa divina há duas naturezas: a divina e a humana. Por isso ela é Mãe de Deus. Esta é uma afirmação dogmática, declarada no ano 431, pelo Concílio de Éfeso, e festejada pelo povo nas ruas daquela cidade.
A parte final da Ave-Maria esclarece seu papel junto a nós: “Rogai por nós, pecadores”. Maria nunca teve que lamentar um remorso, nunca sentiu sofrimentos psicológicos, por ter feito algo que não estivesse de acordo com a vontade de Deus. Portanto, não entra no rol de pecadores e pecadoras. Ela pertence, sim, à humanidade pecadora, mas foi preservada pela força da redenção de Cristo, antecipadamente projetada sobre ela. É o que afirma o dogma da Imaculada Conceição.
Além de ser toda santa, pura e imaculada, é, também, a Mãe das misericórdias. Embora nunca tenha experimentado o pecado, como Mãe é capaz de nos entender, nos momentos em que sentimos o peso da nossa miséria. E, nessa hora, é preciso que ela intervenha. “Rogai por nós pecadores”.
Então, acrescentamos: “Agora”: “Rogai por nós pecadores, agora...”, significando o único momento que, propriamente, temos, pois o antes já se foi, e o amanhã ainda não veio. Esse “agora” é encontrável, muitas vezes, na Bíblia, em expressões como: “Oxalá ouvísseis hoje a sua voz [de Deus] (Sl 94[95]); “Animai-vos mutuamente cada dia durante todo o tempo compreendido na palavra hoje (Hb 3,13). E Cristo fala, diversas vezes: “A minha hora ainda não chegou (Jo 2,4); “Pai, é chegada a hora” (Jo 17,1), referindo-se à Redenção dolorosa da humanidade, que Ele iria realizar.
De agora em agora, chegará o momento da nossa morte. “Rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte”. Esta é a hora que nada poderá reter. Melhor é estar bem leve, desapegado de tudo, até de nossos entes queridos, embora chorem de saudade por nós.
Minha mãe, prestes a deixar este mundo, dizia: “Meu filho, não adianta. Quando Deus me atrair, mais do que vocês me podem reter, eu irei”. De fato, nem os mais sagrados laços de parentesco podem deter aqueles que são chamados ao encontro transcendente. Resta-nos acolher o desígnio divino com serenidade, na certeza de que Maria, ouvindo nosso pedido, estará intercedendo por nós, no momento final e terminal.
Procuremos, daqui por diante, rezar bem todas as Ave-Marias, pontualizando palavra por palavra, invocação por invocação. E Maria, em cada uma, vai estar presente com a sua atuação de Mãe, Mãe de Jesus e nossa Mãe.
A missão da Igreja
Cardeal Dom Eugenio de Araujo Sales
O santo Padre Bento XVI com frequência fala sobre a importância da Igreja e de sua missão nos dias atuais. O objetivo da sua missão, afirma o Papa, “é iluminar com a luz do Evangelho todos os povos em seu caminhar na história rumo a Deus, pois N’ele encontramos a sua plena realização” (Mensagem para o Dia Mundial das Missões, 2009).
Esta missão, recebida de Cristo pela Igreja, abrange o homem todo, não apenas sua alma. A razão é simples. Como formamos um todo, há uma profunda interligação entre os elementos constitutivos do ser humano. Ao tratar de assuntos não religiosos, a Igreja deve fazê-lo exclusivamente como decorrência da Fé e excluídos influxos político-partidários ou ideológicos. Frente aos problemas da sociedade civil, surgem acusações de intromissões descabidas.
A Igreja, na busca do bem comum e do bem das almas, atua em nome de Cristo neste terreno. Uma ação pastoral é válida quando procura, por todos os meios honestos, a inclusão de princípios que assegurem o pleno desenvolvimento religioso e suas consequências no tempo e na eternidade. Em uma democracia, os cidadãos devem garantir a presença das exigências cristãs em matéria de educação, trabalho, conceito de propriedade, respeito à vida, fundamentos da família e assim por diante. Fazê-lo é lícito. O critério para averiguação do caminho correto é examinar se o procedimento se refere ao plano eclesial ou avança em área privativa da competência das autoridades civis.
O mesmo se pode dizer, por exemplo, da reforma agrária. Há dois modos de abordar a questão: um é o político, modo esse reservado ao Estado; outro, enquanto envolve aspecto moral, a natureza social conferida por Deus aos bens criados. Nesse caso, merece a devida atenção da Igreja.
Acusar toda e qualquer interferência de eclesiásticos nessa matéria como indébita é uma injustiça. Também grave erro seria se ela ultrapassasse a esfera eclesial e invadisse atribuições próprias do Governo. O Concílio Vaticano II é explícito: “No domínio próprio de cada uma, comunidade política e Igreja são independentes e autônomas” (“Gaudium et Spes”, nº 76). De grande sabedoria as diretrizes do Vaticano II quando insiste na importância “de uma concepção exata das relações entre a comunidade política e a Igreja e, ainda, que se distingam claramente as atividades dos fiéis (...) as quais desempenham em nome próprio guiados por sua consciência de cristãos, e aqueles que as exercitam em nome da Igreja e em união com os seus pastores”.
Diante dos desafios da história, a Igreja, como um todo, tem um papel específico a exercer, que não se identifica nem substitui o dos políticos, dos economistas, dos sociólogos, etc. É o papel de quem, levando a cabo sua tarefa especificamente religiosa, está dando uma colaboração própria para a solução dos problemas humanos. Nesse sentido, escreve o Santo Padre Bento XVI em sua Encíclica “Caritas in veritate”: “A Igreja não tem soluções técnicas para oferecer e não pretende de modo algum imiscuir-se na política dos Estados; mas tem uma missão ao serviço da verdade para cumprir, em todo o tempo e contingência, a favor de uma sociedade à medida do homem, da sua dignidade, da sua vocação” (nº 9).
Estas considerações visam fazer-nos refletir, antes de tomar um juízo sobre o comportamento das autoridades religiosas nos assuntos temporais. Um julgamento, fruto de uma posição pessoal, à margem da moral cristã, dos postulados da Doutrina Social da Igreja, não é cristão. Uma crítica só será merecida se verídica e autêntica. Caso contrário, transforma-se em leviana. Por outro lado, o bom senso nos diz que diante de uma acusação é conveniente e útil, antes de rejeitá-la, verificar se é justa ou se nela há parcelas que correspondem à realidade. Em vez de uma reação intempestiva de quem quer que seja, o estudo objetivo nos dá serenidade.
Há possibilidade de erros de lado a lado. Eles, contudo, jamais devem nos levar a qualquer enfraquecimento de nosso amor e devoção à obra de Cristo, pois “Ele é a cabeça do corpo, da Igreja” (Cl 1,18). Esta advertência é da maior relevância em momentos conturbados, quando surgem conflitos e dissensões.
Outro fator de notável influência na preservação da harmonia é a sincera procura da verdade nas notícias e declarações. Dada a importância dos meios de comunicação social, na formação da opinião pública, grande é sua responsabilidade na apresentação dos fatos. Às vezes, a perspectiva da Igreja é ignorada e deturpada. Ensinamentos e atividades, em diversos âmbitos, estão submetidos a análises preconcebidas, em que a interpretação subjetiva sacrifica ou anula a informação objetiva.
Não podemos deixar que a radicalização de atitudes prejudique a indispensável comunhão entre instituições e pessoas. Os cristãos, como são membros de duas sociedades (a civil e a Igreja), procurem harmonizá-las “lembrando-se que se devem guiar em todas as coisas temporais pela consciência cristã, já que nenhuma atividade humana, nem mesmo em assuntos temporais, se pode subtrair ao domínio de Deus” (“Lumen Gentium”, nº 36).
A coragem em servir à verdade, ensinada por Cristo, deve estar unida à humildade de reconhecer, caso existam, sombras na parte humana da obra do Senhor. A Graça divina nos fará ultrapassar os percalços decorrentes da fidelidade à missão recebida, assim como, caso necessário, rever procedimentos.
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Eleições
Dom Orani João Tempesta - Arcebispo Metropolitano
Começam a aparecer as orientações emanadas pelas Dioceses, Regionais da CNBB, grupos organizados ligados à Igreja que publicam documentos sobre o assunto. A nossa Conferência Episcopal, na Assembléia Geral ocorrida em Brasília no último mês de maio, também publicou algumas orientações gerais sobre o momento presente.
Um dos fatores novos nas eleições deste ano é a lei chamada de Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso Nacional, sancionada pelo Executivo e confirmada pelo Judiciário para vigorar já neste ano.
Porém, devido ao teor da mesma, são muitas as discussões a respeito da validade da Lei da Ficha Limpa. É inegável que a referida lei busca, principalmente, moralizar a atividade política brasileira que atualmente encontra-se tão desgastada diante dos sérios problemas advindos das eleições e mandatos anteriores. Ocorre que, apesar do referido instituto ter sido brilhantemente aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral no último dia 17 de junho, o citado diploma legal vem sendo questionado na Justiça por diversos setores da sociedade e também por candidatos.
Em breve síntese, a Lei da Ficha Limpa determina que políticos condenados pela Justiça, em decisão colegiada, não poderão ser candidatos ao próximo pleito eleitoral. Seu principal objetivo é concretizar os anseios da sociedade, de que a política brasileira necessita urgentemente ser moralizada, por meio da admissão de políticos honestos, que deverão assumir os cargos eletivos existentes na administração pública. Segundo a referida lei, o político que tiver condenação por órgão colegiado não poderá se candidatar, tampouco assumir o cargo almejado.
Outra lei, mais antiga, também procura ajudar o Brasil para que tenhamos eleições com candidatos que respeitem o país e o eleitor não comprando votos, pois costuma existir a prática de “doar, oferecer, prometer, ou entregar ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública”. É a Lei n.º 9.840, de 1999.
Outro importante benefício instituído pela Lei da Ficha Limpa é o fato de que ela poderá ser aplicada já para a próxima eleição, a ser realizada no mês de outubro. Essa possibilidade representa, a bem da verdade, o anseio da população, desejosa de ver o país andar ainda mais nos caminhos da justiça e do progresso. Além da aplicação da lei, o importante é que o assunto, discutido e noticiado, cria uma mentalidade no eleitor que deve pensar bem ao escolher os seus candidatos.
Atualmente assistimos a várias tentativas de medidas judiciais para que não vigore a referida lei. Será muito importante que, além da nova mentalidade que cresce com a discussão, o eleitor reflita sobre as razões que levam a tal situação e, muito além das leis e do ordenamento jurídico, perceba a ética e os interesses que estão aparecendo com esses gestos.
O que se espera das decisões a serem proferidas pelo Judiciário, a respeito desses pedidos de liminares, é que o interesse social prevaleça sobre o interesse particular, a fim de que a letra da Lei da Ficha Limpa não seja considerada letra morta.
Para que a Lei da Ficha Limpa tenha real validade e aplicabilidade deve prevalecer o entendimento adotado pelo eminente Ministro Ricardo Lewandowski, Presidente do TSE, segundo o qual: “O eleitor pode ter certeza de que a Justiça Eleitoral aplicará a Lei da Ficha Limpa com o máximo rigor. Ela vai pegar, pois corresponde ao desejo manifestado pela sociedade brasileira, de moralização dos costumes políticos”. (O Estado de São Paulo, 21/6/2010)
A Igreja Católica, por meio da Conferência Episcopal e das Dioceses, fez a sua parte, sendo a responsável por mais de 90% das assinaturas do projeto de Lei Popular que se transformou nesta lei esperada e festejada. Porém, sabemos que não bastam as leis. As orientações que vêm sendo publicadas supõem também uma visão da vida humana que contribua não só para a moralização do país, mas, também, para a construção da civilização do amor. Por isso recordamos que não basta apenas votar nos candidatos que têm ficha limpa. É necessário um passo maior: que se procure saber a posição do candidato acerca da vida, da família, da moral, do matrimônio. Quais são as posições sobre assuntos importantes para a vida e para sociedade de hoje e de amanhã? Para os católicos, as preocupações vão muito além de uma ficha limpa e da legislação eleitoral.
A busca para encontrar os melhores caminhos para o país foi que levou ao trabalho do projeto de lei popular, mas, para as pessoas de fé, as preocupações são ainda maiores, estão além da legislação, para que o católico exerça bem o seu direito de escolha pensando no bem da humanidade, olhando a dignidade da pessoa humana com todos os seus direitos e deveres e iluminado pela fé. Os valores que norteiam a vida vão muito além das leis que conseguimos aprovar – estão na experiência de Deus em nossas vidas, o que ilumina os corações desejosos de andar pelos caminhos de um povo que sabe do seu papel na história e não se deixa conduzir pelas facilidades de hoje, mas busca ideais muito maiores para o país onde vive.
Para o ordenamento social válido para todas as pessoas existem as leis aprovadas pelo Congresso Nacional, mas, para aqueles que creem há uma responsabilidade ainda maior, pois olhamos não apenas o bem-estar em um certo momento da história, mas também o futuro da humanidade, que será construído pelas pessoas que colocarmos, com responsabilidade, nos diversos cargos eletivos da nação. A consciência que somos chamados a ter nos compromete com a vida e o futuro das pessoas.
Agora que começam as conversas sobre as eleições e as discussões, debates e disputas se sucedem, eis um tempo importante para nossa reflexão e nosso compromisso.
49ª edição do Curso de Canto Pastoral
O Curso de Canto Pastoral chega a sua 49ª edição, em 2010, como pioneiro de música litúrgica. Sob a coordenação do Vigário Episcopal para Caridade Social, Padre Manoel Manangão, o curso acontecerá entre os dias 15 e 17 de julho, no Colégio Sacré Coeur de Marie, em Copacabana, das 8h às 17h30min.
Este curso é voltado para equipes de música e Liturgia, ao Ministério da Música e a todos os que participam da escolha dos cânticos das missas. De acordo com o Padre Manangão o objetivo é ajudar na percepção da música na liturgia e atualizar o repertório.
-Esse é um momento de aprendizagem, onde será possível, entre outras coisas, aprender sobre a colocação de voz e ter uma noção maior da técnica do canto, explica Padre Manangão.
O curso de Canto Pastoral vai contar com a presença de profissionais renomados como a Irmã Miria Killing, da Congregação do Imaculado Coração de Maria e Frei Joel, frade Franciscano, compositor e mestre de órgão, harmonia e contraponto. O padre Jorge Luiz Neves, Vigário da Paróquia Nossa Senhora da Paz, também estará presente.
Para se inscrever, basta procurar a sede do Vicariato para a Caridade Social, no prédio da Arquidiocese do Rio, localizado na Rua Benjamim Constant, 23, no bairro da Glória.
- O curso começa no dia 15 de julho, o ideal é se inscrever até o dia 14, mas também vai ser possível fazer inscrição horas antes do inicio das aulas, no local. O preço é R$ 50, o que dá direito a uma apostila e CDs.
Padre Managão disse ainda, que os participantes podem levar seus violões e instrumentos de percussão. Para outras informações sobre o Curso de Canto Pastoral, ligue para 3477-2199.
Formações
Não tema o novo
Permita que a vida lhe ensine
A vida é marcada por novidades. À medida que vivemos, deparamo-nos cotidianamente com inúmeras descobertas. Em determinados momentos, as novidades vividas são ruins, em outros, são boas, mas, querendo ou não, o “novo” sempre vem e mudanças sempre acontecem. Alguém que vai embora, um emprego que se perde, um amor que vai embora, a vida nos reserva muitas surpresas e, por intermédio delas, podemos sempre crescer.Existem mudanças que podem ser positivas, outras até mesmo necessárias. Quando rompemos com o medo, assumindo, com humildade, a graça de não sermos sabedores do futuro, podemos ser extremamente formados pelo mistério, que, aos poucos, vai se revelando, desvelando nossa verdade e acrescentando àquilo que somos.
O “novo”, as mudanças, as perdas revelam aquilo que somos, pois, à medida que vamos reagindo diante de cada nova situação, vamos descobrindo novas áreas de nós mesmos, e podemos compreender um pouco mais quem somos nós. Não é pela ação que você conhece uma determinada pessoa, mas por suas reações, pois, as ações podem ser programadas e as reações sempre são naturais.
Cada tempo novo, cada situação nova na vida, é um momento privilegiado para se descobrir no melhor e no pior, nas fraquezas e nas virtudes. Não existe crescimento sem autoconhecimento. Por isso não podemos temer o “novo”, pois quando o vivemos bem, deixando as coisas acontecerem a seu tempo, crescemos significativamente na compreensão do mistério que somos nós.
Não fugir de si mesmo, e de algumas mudanças necessárias, é um caminho de cura e maturidade. Enfrentar-se, com humildade e paciência, diante das próprias limitações, significa preparar o caminho para a virtude.
A felicidade habita no coração que, aos poucos, se torna livre, natural e sem ilusões a respeito de si e da vida.
Não tema o “novo”, as mudanças, enfim, não tema se descobrir. Permita que a vida lhe ensine a se aceitar e amar aquilo que você realmente é, desprendendo-se de ilusões e de idealizações irreais.
Quando começamos a nos compreender, alcançamos a capacidade de transformar “invernos” em belíssimas “primaveras”. Faça essa experiência!
Adriano Zandoná Seminarista e missionário da Comunidade Canção Nova. Reside atualmente na missão de Palmas (TO). É formado em Filosofia e está cursando Teologia. Apresenta o programa "Contra-maré" pela rádio Canção Nova do Coração de Jesus, aos sábados das 16h às 18h. Através do site www.arquidiocesedepalmas.org.br também é possível acompanhar aos sábados toda a programação ao vivo .
quarta-feira, 7 de julho de 2010
PROPAGANDA DA DULOREN OFENDE A IGREJA CATÓLICA
A marca de lingeries Duloren revelou por meio de seu Twitter uma foto de sua nova campanha "publicitária" "Pedofilia, não!", que será lançada nesse mês de julho de 2010.
A peça publicitária polemiza ao trazer uma mulher em trajes íntimos apontando um crucifixo para um um homem de costas, que nos leva a identificar como sendo um padre, pela roupa e pelo local onde se dá a cena, em plena Praça de São Pedro, no Vaticano, em Roma, Itália.
A marca tenta fazer uma crítica aos recentes casos divulgados pela imprensa de abuso sexual a crianças por representantes da igreja católica.
Mas, afinal, o que é que tem a ver peça íntima de mulheres, com igreja católica e com pedofilia – que trata de crianças vítimas- e não de mulheres..?
Só pode ser mais um afronte e desrespeito a nossa Igreja Católica, como os diversos casos que têm acontecido recentemente, tal como o caso da peça publicitária de uma fabricante de automóveis, que graças a Deus foi tirada do ar pela empresa, que reconheceu a inadequação da peça.
Há dez anos a Duloren não fotografava uma campanha no exterior, e escolheu a Itália, e justamente a Praça de São Pedro no Vaticano como locação para as novas fotos. Local tão sagrado para nós católicos do mundo inteiro.
A Duloren, pela primeira vez, vai usar mídias sociais para divulgar a nova campanha, além da mídia impressa e peças publicitárias em lojas da marca. O que torna a campanha mais tendenciosa ainda, pois chegará a um número maior ainda de pessoas no mundo inteiro.
A Simples Agência é responsável pela ação online e o anúncio foi criado pela Agnelo Pacheco Rio.
Por isso irmãos em Cristo, estamos iniciando uma campanha de repúdio a essa peça publicitária e conclamamos a todos os católicos que enviem e-mails para a Duloren, demonstrando o nosso repúdio a que essa peça publicitária seja veiculada, solicitando que a empresa tenha respeito pela nossa fé e pelos nossos locais sagrados e não divulgue tal propaganda como foi feita.
Vamos encher a caixa de e-mails da Duloren!!!!!!!
E caso a empresa não demonstre respeito pela nossa fé, conclamamos ainda todas as mulheres católicas para que não comprem qualquer lingerie da Duloren.
Vamos mostrar a nossa força, de uma forma que as empresas muito conhecem e dão valor, o dinheiro. Ou seja, vamos agir para que o faturamento da Duloren seja abalado pelas "não compras" de seus produtos pelas mulheres católicas do mundo inteiro.
A peça publicitária polemiza ao trazer uma mulher em trajes íntimos apontando um crucifixo para um um homem de costas, que nos leva a identificar como sendo um padre, pela roupa e pelo local onde se dá a cena, em plena Praça de São Pedro, no Vaticano, em Roma, Itália.
A marca tenta fazer uma crítica aos recentes casos divulgados pela imprensa de abuso sexual a crianças por representantes da igreja católica.
Mas, afinal, o que é que tem a ver peça íntima de mulheres, com igreja católica e com pedofilia – que trata de crianças vítimas- e não de mulheres..?
Só pode ser mais um afronte e desrespeito a nossa Igreja Católica, como os diversos casos que têm acontecido recentemente, tal como o caso da peça publicitária de uma fabricante de automóveis, que graças a Deus foi tirada do ar pela empresa, que reconheceu a inadequação da peça.
Há dez anos a Duloren não fotografava uma campanha no exterior, e escolheu a Itália, e justamente a Praça de São Pedro no Vaticano como locação para as novas fotos. Local tão sagrado para nós católicos do mundo inteiro.
A Duloren, pela primeira vez, vai usar mídias sociais para divulgar a nova campanha, além da mídia impressa e peças publicitárias em lojas da marca. O que torna a campanha mais tendenciosa ainda, pois chegará a um número maior ainda de pessoas no mundo inteiro.
A Simples Agência é responsável pela ação online e o anúncio foi criado pela Agnelo Pacheco Rio.
Por isso irmãos em Cristo, estamos iniciando uma campanha de repúdio a essa peça publicitária e conclamamos a todos os católicos que enviem e-mails para a Duloren, demonstrando o nosso repúdio a que essa peça publicitária seja veiculada, solicitando que a empresa tenha respeito pela nossa fé e pelos nossos locais sagrados e não divulgue tal propaganda como foi feita.
Vamos encher a caixa de e-mails da Duloren!!!!!!!
E caso a empresa não demonstre respeito pela nossa fé, conclamamos ainda todas as mulheres católicas para que não comprem qualquer lingerie da Duloren.
Vamos mostrar a nossa força, de uma forma que as empresas muito conhecem e dão valor, o dinheiro. Ou seja, vamos agir para que o faturamento da Duloren seja abalado pelas "não compras" de seus produtos pelas mulheres católicas do mundo inteiro.
Endereço da Duloren para enviarmos nossos protestos:
Fonte: http://www.comunicacaocatolicanaweb.blogspot.com/
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