quarta-feira, 2 de junho de 2010

São José, Santo Antônio, santa paciência!
Namorado(a) não aparece só com novenas.

Dias atrás foi comemorado o Dia de São José. Operário e bom marido, o santo carpinteiro é lembrado no dia 19 de março como um exemplo de pai de família e bom esposo. De uns tempos para cá, o santo tem sido venerado por boa parte das mulheres solteiras, que, em busca de um marido com essas qualidades, ficam "esperando o José". 13 de junho é dia de Santo Antônio, santo muito conhecido por todas as solteiras em busca de um bom par para toda a vida – essa devoção é muito motivada também pela festividade nacional que a antecede : o Dia dos Namorados, no dia 12 de junho.
Apesar de 44% da população brasileira ser solteira, de fato, não está nada fácil encontrar um bom namorado. E os homens também relatam que, "mulher para casar", hoje em dia, está difícil. Diante da árdua tarefa, há quem acredite que a solução é rezar, rezar e rezar… Esperar em Deus, e só. Não recrimino essa prática, de jeito nenhum. Afinal, é bíblico “pedi e recebereis, batei e abrir-se-vos-á” (cf. Mt 7,7). Porém, será que a oração sem atitude é o bastante?
  Boa parte dos solteiros desfiam orações em torno de um alguém para amar, fazem promessa aos referidos santos, vivem reclamando que estão sozinhos ou que estão "esperando". Porém, esse povo nem olha para os lados, não se arruma, nem se penteia direito, não sai de casa, nem nada. E aí como é que o seu "José" vai encontrar você? Ser desleixado consigo não é nem de longe a atitude correta que vai fazer a sua "Maria" chegar até você. (Porque os meninos católicos também procuram a sua "Maria", uma alusão a Nossa Senhora, a esposa perfeita).
Quando eu fazia faculdade, lá na Federal de Viçosa (MG), eu era do “povo da capela”, um grupo de amigos que rezava junto, ia para o restaurante universitário junto, para o grupo de oração universitário junto, enfim, éramos muito felizes e unidos. Porém, me incomodava o fato de que, boa parte das meninas, preciosas aos olhos de Deus, escondiam sua beleza por trás daquelas camisetonas bem largas de igreja, sabe? Essas que possuem a logomarca do patrocinador do evento católico nas costas e fazem com que as pessoas pareçam aqueles ônibus com propaganda no vidro de trás do veículo? A mulherada vivia para cima e para baixo bem relaxada, e alguns meninos, por sua vez, se assemelhavam aos descuidados, que passam meses fora de casa, com aquela barba crescendo, chinelão e pé sujo a toda hora, sabe?
Não digo que é preciso comprar roupas de grife, nem que cada um não possa ter o seu estilo, mas, por favor, muitos jovens confundem a humildade que Jesus pede com desleixo pessoal. Convenhamos, a mulher é mulher. Precisa ser feminina, pois como é que o seu “José” vai chegar até você se está toda escondida e descuidada, sem zelo para consigo? E você rapaz, será que não confundiu o “desprendimento” com relaxamento? Não será assim também com a sua futura família e, por isso, ninguém se aproxima para um relacionamento?
É possível viver a feminilidade, sem ser vulgar, sem decotes extravagantes ou roupas apertadas a ponto de dificultar a respiração. É possível, sim! E o outro só vai enxergá-la feminina quando você se mostrar feminina. E homens, é possível que sejam masculinos, sem ser “ogros”, concordam? Senão, pessoal, não há santo que os ajude a encontrar alguém para amar!
Há também as solteiras à espera do homem perfeito e os solteiros à espera da mulher “padrão novela”, e deixam passar boas oportunidades de relacionamento com quem está próximo – que não é perfeito, é humano, mas pode ser um bom companheiro. “Ah, não, ele é muito alto!”; “Ela é muito baixinha!”; “Ele não é de igreja”; “Só namoro quem reza o terço”; “Ela já foi muito rodada”; “Ele não pensa do jeitinho que eu penso”.
  Pré-requisitos como esses limitam a sua escolha a aspectos que não necessariamente definem a pessoa como A PESSOA certa para você? Quem é que disse que para ser um bom namorado, noivo, marido, isso depende da aparência, do credo, do passado? Isso são estereótipos que só revelam quão preconceituosos nós somos. Santa paciência!
E, sinceramente, não é porque isso ou aquilo deu certo com seu amigo ou amiga que você seguirá a “receitinha mágica” para conseguir um namorado ou namorada. Será que adianta rezar o dia inteiro e dispensar todo o mundo, à espera da pessoa perfeita, que se enquadre exatamente ao que você quer? É claro que é importante você ter um mínimo de requisitos, por exemplo, seu escolhido deve ser uma pessoa com quem você goste de conversar – pois no fim da vida, é isso que resta, a conversa. Mas, limitar sua escolha àquele ou àquela que preencha uma lista gigante de requisitos, parece um barco furado.
É muito importante fazer sua escolha em Deus, pois Ele sabe o que é melhor para você. Mas o seu escolhido não irá bater à sua porta, independentemente de quantas novenas você tenha feito. Reze, sim, mas também olhe para os lados, se abra às pessoas que considera confiáveis e se dê a oportunidade de quebrar estereótipos e viver um relacionamento com alguém que tem potencial para fazê-lo feliz, alguém que cuide de você. Não viva de novena em novena pelos santos do dia, mas faça essas e outras orações na esperança de que Deus reserva o melhor para você e ciente de que é preciso fazer a sua parte.

Colaborou:
Mariella é jornalista, professora universitária e consultora no Ministério da Saúde. Atuante na Renovação Carismática Católica há 12 anos, 10 deles no Ministério Universidades Renovadas.
A quem você tem ouvido: ao Senhor ou a si mesmo?

O segredo para obter a vitória, no dia a dia, é cultivar um coração sempre orante, como Jesus, que sempre subia ao monte para orar, buscando a intimidade com o Pai. A única maneira que nós temos para vencer a ação do mal é sermos como a Sagrada Família: íntimos do Pai. Por isso a ordem de Deus Pai para nós no dia de hoje é esta:

”Este é o meu filho bem amado. Escutai o que Ele diz” (Mc 9,7b).

Não é mais hora de perdermos tempo com os falatórios vãos e negativos, que não acrescentam nada à nossa vida. Permitamos que Nosso Senhor Jesus Cristo fale hoje ao nosso coração, porque quando ouvimos e obedecemos à voz do Senhor o mundo pode cair ao nosso derredor, mas não deixamos de acreditar que o Ressuscitado está “no barco” da nossa vida. Muito pelo contrário, em meio às lutas do dia a dia, com confiança, subiremos ao monte e seremos transfigurados como Cristo o foi, e ao descer, mais confiantes e reanimados em nossa fé, continuaremos caminhando, com forças para estendermos as mãos a tantas pessoas que, como nós, necessitam encontrar a paz e alegria em meio à correria e às dificuldades da vida.
  Coloquemo-nos hoje em marcha juntos com Jesus Cristo, como Pedro, Tiago e João e outros tantos homens de Deus, que, ao longo dos séculos, contemplaram a glória de Deus.

”Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e os levou sozinhos a um lugar à parte sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles. Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar. Apareceram-lhe Elias e Moisés, e estavam conversando com Jesus” (Mc 9,1-4).
 Rezemos, com confiança, pedindo ao Senhor a graça de sermos transfigurados para que possamos ser cada dia mais santos e mais fiéis rumo a Jerusalém celeste.



Jesus, eu confio em Vós!
A Festa de Corpus Christi 
Todo católico deve participar dessa procissão.


A Quinta-feira Santa é o dia da instituição da Eucaristia, mas a lembrança da Paixão e Morte do Salvador não permite uma celebração festiva. Por isso, é na Festa de Corpus Christi que os fiéis agradecem e louvam a Deus pelo inestimável dom da Eucaristia. Nela está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, o próprio Cristo.

A Festa de Corpus Christi surgiu no séc. XIII, na diocese de Liège, na Bélgica, por iniciativa da freira Juliana de Mont Cornillon (†1258), a qual recebia visões nas quais o próprio Jesus lhe pedia uma festa litúrgica anual em honra do sacramento da Eucaristia. Essa santa era priora da Abadia de Cornillon e teve, conforme a tradição, uma visão da Igreja sob a aparência de lua cheia com uma mancha negra, que significada a ausência dessa solenidade. Juliana comunicou esta imagem a Dom Roberto de Thorete, bispo de Liége, também ao douto Dominico Hugh, mais tarde cardeal legado dos Países Baixos e a Jacques Pantaleón, mais tarde o Papa Urbano IV. A Solenidade mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264, 6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos. A santa foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente VIII (1592-1605).

O milagre de Bolsena: Quando o padre Pedro de Praga, da Boêmia, celebrou uma Santa Missa na cripta de Santa Cristina, em Bolsena, Itália, aconteceu um milagre eucarístico: da hóstia consagrada começaram a cair gotas de sangue sobre o corporal após a consagração. Ainda hoje se conservam, em Orvieto, os corporais onde se apóiam o cálice e a patena durante a Celebração Eucarística e também se pode ver a pedra do altar em Bolsena, manchada de sangue.

O Papa Urbano IV (1262-1264), que residia em Orvieto, próximo de Bolsena, onde vivia S. Tomás de Aquino, informado do milagre, ordenou ao Bispo Giacomo que levasse as relíquias de Bolsena a Orvieto. Isso foi feito em procissão. Quando o Papa encontrou a Procissão na entrada de Orvieto, teria então pronunciado diante da relíquia eucarística as palavras: “Corpus Christi”. Em 11/08/1264 o Papa emitiu a Bula “Transiturus de mundo”, na qual prescreveu que, na quinta-feira após a oitava de Pentecostes, fosse oficialmente celebrada a festa em honra do Corpo do Senhor. São Tomás de Aquino foi encarregado pelo Papa para compor o Ofício da celebração.

Em 1317, o Papa João XXII (1316-1334) publicou na Constituição Clementina o dever de se levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas. A partir da oficialização, a Festa de Corpus Christi passou a ser celebrada todos os anos na primeira quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade. A celebração normalmente tem início com a Santa Missa, seguida pela procissão pelas ruas da cidade, que se encerra com a bênção do Santíssimo.

Todo católico deve participar dessa procissão por ser a mais importante de todas que acontecem durante o ano, pois é a única na qual o próprio Senhor sai às ruas para abençoar as pessoas, as famílias e a cidade. Em muitos lugares criou-se o belo costume de enfeitar as casas com oratórios e flores e as ruas com tapetes ornamentados, tudo em honra de Nosso Senhor Jesus Cristo, que vem visitar o Seu povo. Tudo isso tem muito sentido e deve ser preservado.


Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando

terça-feira, 1 de junho de 2010

Se o Senhor o escolheu, também o capacitou

Precisamos ter bem nítida em nossa mente a certeza de que o Senhor nos colocou em posição de destaque e de grande responsabilidade diante de Seu povo. Para isso, basta nos lembrarmos rapidamente de toda a história da salvação e de toda a iniciativa do Senhor para, movidos pelo imenso amor e misericórdia, trazer para Si as pessoas tantas vezes ingratas, desobedientes e infiéis.
Depois de Jesus Cristo e em Jesus Cristo, o Pai confiou a nós o anúncio da Boa Nova. É por esse motivo que nos deu o Seu Espírito Santo e espera uma resposta positiva e eficaz.
Já encontrei irmãos que não se deixavam guiar por Deus em seu ministério por causa de seus pecados e suas imperfeições, às vezes, por uma grande carga de acusação, e outras, por seus traumas e complexos. De nada adianta nossa eleição e a confiança que o Senhor tem em nós se não vencemos esses obstáculos e, com toda a alegria e esperança, nos lançamos em Seu serviço.
Pare um pouco e pense: Deus erra? Em algum momento da história o Senhor cometeu erros? Então, será que sua eleição foi o primeiro "erro" de Deus? Claro que não, meu querido irmão! Você é mais um acerto, um "goool" de Deus. Ele o conhece, deu-lhe dons e talentos e agora lhe dá o privilégio e a graça de colocá-los a serviço de Sua Igreja.
Claro que você tem imperfeições e pecados, mas coragem! Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Seu pecado não é maior do que o poder e a graça de Deus. Se Ele o escolheu, também o capacitou.

Do livro: "Ministrando a Música" - de Luiz Carvalho - Fundador da Comunidade Recado
"A Eucaristia é o centro da vida da Igreja"

Por ocasião da Solenidade de Corpus Christi – para falar sobre os milagres eucarísticos – o portal cancaonova.com entrevistou professor Felipe Aquino, pregador, escritor e apresentador do programa "Escola da Fé" na TV Canção Nova.

Qual a importância da Eucaristia para a vida da Igreja?
Professor Felipe: O Papa João Paulo II dizia que a Eucaristia é o centro da vida da Igreja, porque na Eucaristia nós temos o próprio Cristo presente em Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Na Celebração da Eucaristia, nós temos a celebração do mistério da nossa fé, o mistério da redenção da humanidade, pois o Cristo veio para nos salvar, e Ele nos salva, sobretudo, na Eucaristia. O que nós chamamos de Santa Missa, é atualização do Santo Sacrifício de Nosso Senhor Cristo no Calvário, não é uma representação, e sim, a presentificação do único e eterno sacrifício de Cristo.

Em que contexto surgiu a Solenidade de Corpus Christi?
Professor Felipe: É uma festa que surgiu há muito tempo, por volta do ano de 1263 nas cidades italianas de Orvieto e Bolsena. Aconteceu um milagre eucarístico em Bolsena e a relíquia do milagre foi levada para Orvieto. É uma festa que Jesus vinha pedindo a uma santa chamada Juliana de Mont Cornillon, pois, em suas orações e em suas visões, o Senhor lhe pedia que se solicitasse à Igreja esta festa litúrgica. Aconteceu que, nessa mesma época, houve um sacerdote que se chamava Pedro de Praga que, ao celebrar uma Missa na igreja de Santa Cristina, na cidade de Bolsena, durante a consagração, na elevação da hóstia, começou a pingar sangue desta sobre o corporal. Este sacerdote mandou comunicar ao Papa Urbano IV sobre o acontecido, pois o Sumo Pontífice estava na cidade vizinha de Orvieto e pediu que trouxessem o comprovante do milagre de Bolsena para Orvieto, em procissão. O bispo de Bolsena foi até Orvieto levando a relíquia e o povo foi atrás. Quando a procissão chegou a Orvieto, o Papa foi ao encontro da relíquia e usou exatamente estas palavras: “Corpus Christi”, ou seja, o Corpo de Cristo. A partir daí teve início toda esta solenidade; no ano de 1263. Nesse mesmo ano, o Santo Padre pediu a Santo Tomás de Aquino, em Orvieto na época, que fizesse o oficio da festa, oficializado pelo Pontífice na Bula de 11 de agosto de 1264, chamada Transituru de Hoc Mundo. Nela ficava prescrito que, na primeira quinta-feira depois da oitava de Pentecostes (oito dias depois da festa de Pentecostes) fosse celebrada esta festividade.
  "Há mais de 130 milagres eucarísticos espalhados pelo mundo"

Dentre todos os milagres eucarísticos – que são muitos no mundo – quais podemos destacar como os mais conhecidos e os mais impressionantes?
Professor Felipe: Dados registram mais de 130 milagres eucarísticos espalhados pelo mundo, e mais da metade deles ocorridos na Itália. A Igreja tem até dificuldade de analisar todos. Nós sabemos que existem aqueles que são mais conhecidos, como por exemplo, o de Lanciano, o mais antigo, ocorrido por volta do ano 700, cuja comprovação histórica e científica é muito forte. Temos o de Orvieto, que falamos acima, o qual deu origem à Festa de Corpus Christi; temos o de Ferrara ,que foi por volta de 1171; o de Offida na Itália em 1273; o de Senna em 1330; o de Turim 1453. Em Portugal também há um milagre famoso, o de Santarém em 1247, entre outros. Então me parece que existam por volta de 10 destes [milagres] aos quais a Igreja dá crédito.

Talvez o milagre que mais nos impressiona, por causa da sua característica visual, seja o de Lanciano. O que o senhor poderia falar sobre esse acontecimento extraordinário?
Professor Felipe: Sem dúvida, é o que mais nos impressiona. O milagre eucarístico de Lanciano aconteceu há mais de 12 séculos, por volta do ano 700. Os monges de São Basílio viviam no mosteiro de São Legoziano, entre eles um monge que passava por uma crise de fé na presença real de Jesus na Eucaristia. Numa certa manhã, este religioso foi celebrar a Santa Missa e, no momento da consagração, ele viu que a hóstia se transformou em carne viva e o vinho consagrado, que estava no cálice, se coagulou. Este milagre ficou guardado por muito tempo até que o Papa Paulo VI, em 1970, autorizou que especialistas italianos fizessem análises científicas bem criteriosas. Foram convidados os doutores Dr. Odoardo Linoli, chefe de serviço dos Hospitais Reunidos de Arezzo e Livre Docente de Anatomia e de Histologia Patológica e de Química e Microscopia Clínica e ao professor Ruggero Bertelli, emérito de Anatomia Humana na Universidade de Siena. Após os trabalhos de alguns meses de análise, exatamente no dia 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório com o ponto de vista científico concluindo que:

•“A carne é carne verdadeira.

•O sangue é sangue verdadeiro.

•A carne é do tecido muscular do coração (contém, em seção, o miocárdio, endocárdio, o nervo vago e, no considerável espessor do miocárdio, o ventrículo cardíaco esquerdo).

•A carne e o sangue são mesmo tipo sanguíneo (AB) e pertencem à espécie humana.

•No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os minerais cloreto, fósforo, magnésio, potássio, sódio e cálcio. As proteínas observadas no sangue foram encontradas normalmente fracionadas em percentagem a respeito da situação seroproteínica do sangue vivo normal. Ou seja, é sangue de uma pessoa viva.

•A conservação da carne e do sangue, deixados em estado natural por doze séculos e expostos à ação de agentes físicos, atmosféricos e biológicos constitui um fenômeno extraordinário.”
Isso é interessante porque a relíquia não fica guardada em geladeira, ela fica num relicário, num ambiente normal de temperatura e pressão, ou seja, qualquer carne e qualquer sangue entrariam em estado de decomposição em pouco tempo, e estamos diante de um fenômeno que aconteceu há 1.200 anos.

A carne e o sangue como se conservam até hoje?
Professor Felipe: Supõe-se que o sangue "AB" é o tipo de sangue encontrado no Santo Sudário. Outro fato interessante é que os cinco fragmentos, ao serem pesados, têm exatamente o mesmo peso, não importa a combinação com que se pese. Por exemplo, tanto faz pesar um, dois ou todos fragmentos juntos, eles têm o mesmo peso. Um dos médicos, no seu laudo conclusivo, usou exatamente estas palavras “E o Verbo se fez carne”.
O Conselho da Organização das Nações Unidas (ONU), por intermédio da OMS (Organização Mundial da Saúde), em 1973, nomeou uma comissão científica e depois de 15 meses de estudo confirmou as conclusões dos especialistas italianos. Um dos resumos do trabalho foi publicado com a seguinte declaração da comissão da OMS: "A ciência, conhecedora de seus limites, se detém diante da possibilidade de dar uma explicação deste fenômeno, ou seja, a ciência não sabe explicar o que para a Igreja se caracteriza um milagre. Nestes 15 meses de trabalho os cientistas fizeram mais de 500 exames e, no final, confirmaram os resultados obtidos pelo Dr. Linoli e Bertelli". Isso é mais do que suficiente para mostrar a nós que estamos diante de um milagre eucarístico.


segunda-feira, 31 de maio de 2010

Santíssima Trindade
Só existe um Deus, mas n'Ele há três Pessoas divinas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo


 O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Deus se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo. Foi Nosso Senhor Jesus Cristo quem nos revelou este mistério. Ele falou do Pai, do Espírito Santo e d'Ele mesmo como Deus. Logo, não é uma verdade inventada pela Igreja, mas revelada por Jesus. Não a podemos compreender, porque o Mistério de Deus não cabe em nossa cabeça, mas é a verdade revelada.

Santo Agostinho (†430) dizia que: “O Espírito Santo procede do Pai enquanto fonte primeira e, pela doação eterna deste último ao Filho, do Pai e do Filho em comunhão” (A Trindade, 15,26,47).

Só existe um Deus, mas n'Ele há três Pessoas divinas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. Não pode haver mais que um Deus, pois este é absoluto. Se houvesse dois deuses, um deles seria menor que o outro, e Deus não pode ser menor que outro, pois não seria Deus.

A Trindade é Una. “Não professamos três deuses, mas um só Deus em três Pessoas: “A Trindade consubstancial” (II Conc. Constantinopla, DS 421). “O Pai é aquilo que é o Filho, o Filho é aquilo que é o Pai, o Espírito Santo é aquilo que são o Pai e o Filho, isto é, um só Deus por natureza” (XI Conc. Toledo, em 675, DS 530). “Cada uma das três pessoas é esta realidade, isto é, a substância, a essência ou a natureza divina” (IV Conc. Latrão, em 1215, DS 804).

A Profissão de Fé do Papa Dâmaso diz: “Deus é único, mas não solitário” (Fides Damasi, DS 71). “Pai”, “Filho”, “Espírito Santo” não são simplesmente nomes que designam modalidades do ser divino, pois são realmente distintos entre si: “Aquele que é Pai não é o Filho, e aquele que é o Filho não é o Pai, nem o Espírito Santo é aquele que é o Pai ou o Filho” (XI Conc. Toledo, em 675, DS 530). São distintos entre si por suas relações de origem: “É o Pai que gera, o Filho que é gerado, o Espírito Santo que procede” (IV Conc. Latrão, e, 1215, DS 804). 

A Igreja ensina que as Pessoas divinas são relativas umas às outras. Por não dividir a unidade divina, a distinção real das Pessoas entre si reside unicamente nas relações que as referem umas às outras:

“Nos nomes relativos das Pessoas, o Pai é referido ao Filho, o Filho ao Pai, o Espírito Santo aos dois; quando se fala destas três Pessoas, considerando as relações, crê-se todavia em uma só natureza ou substância” (XI Conc. Toledo, DS 675). “Tudo é uno [n'Eles] lá onde não se encontra a oposição de relação” (Conc. Florença, em 1442, DS 1330). “Por causa desta unidade, o Pai está todo inteiro no Filho, todo inteiro no Espírito Santo; o Filho está todo inteiro no Pai, todo inteiro no Espírito Santo; o Espírito Santo, todo inteiro no Pai, todo inteiro no Filho” (Conc. Florença, em 1442, DS 1331).
Aos Catecúmenos de Constantinopla, S. Gregório Nazianzeno (330-379), “o Teólogo”, explicava:

“Antes de todas as coisas, conservai-me este bem depósito, pelo qual vivo e combato, com o qual quero morrer, que me faz suportar todos os males e desprezar todos os prazeres: refiro-me à profissão de fé no Pai e no Filho e no Espírito Santo. Eu vo-la confio hoje. É por ela que daqui a pouco vou mergulhar-vos na água e vos tirar dela. Eu vo-la dou como companheira e dona de toda a vossa vida. Dou-vos uma só Divindade e Poder, que existe Una nos Três, e que contém os Três de maneira distinta. Divindade sem diferença de substância ou de natureza, sem grau superior que eleve ou grau inferior que rebaixe [...]. A infinita conaturalidade é de três infinitos. Cada um considerado em si mesmo é Deus todo inteiro [...]. Deus os Três considerados juntos. Nem comecei a pensar na Unidade, e a Trindade me banha em Seu esplendor. Nem comecei a pensar na Trindade, e a unidade toma conta de mim (Or. 40,41).
O primeiro Catecismo, chamado "Didaqué", do ano 90 dizia:

"No que diz respeito ao Batismo, batizai em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo em água corrente. Se não houver água corrente, batizai em outra água; se não puder batizar em água fria, façais com água quente. Na falta de uma ou outra, derramai três vezes água sobre a cabeça, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Didaqué 7,1-3).
São Clemente de Roma, Papa no ano 96, ensinava: "Um Deus, um Cristo, um Espírito de graça" (Carta aos Coríntios 46,6). "Como Deus vive, assim vive o Senhor e o Espírito Santo" (Carta aos Coríntios 58,2).

Santo Inácio, bispo de Antioquia (†107), mártir em Roma, afirmava: "Vós sois as pedras do templo do Pai, elevado para o alto pelo guindaste de Jesus Cristo, que é a sua cruz, com o Espírito Santo como corda" (Carta aos Efésios 9,1).
"Procurai manter-vos firmes nos ensinamentos do Senhor e dos Apóstolos, para que prospere tudo o que fizerdes na carne e no espírito, na fé e no amor, no Filho, no Pai e no Espírito, no princípio e no fim, unidos ao vosso digníssimo bispo e à preciosa coroa espiritual formada pelos vossos presbíteros e diáconos segundo Deus. Sejam submissos ao bispo e também uns aos outros, assim como Jesus Cristo se submeteu, na carne, ao Pai, e os apóstolos se submeteram a Cristo, ao Pai e ao Espírito, a fim de que haja união, tanto física como espiritual" (Carta aos Magnésios 13,1-2).
São Justino, mártir no ano 151, escreveu essas palavras ao imperador romano Antonino Pio: "Os que são batizados por nós são levados para um lugar onde haja água e são regenerados da mesma forma como nós o fomos. É em nome do Pai de todos e Senhor Deus, e de Nosso Senhor Jesus Cristo, e do Espírito Santo que recebem a loção na água. Este rito foi-nos entregue pelos apóstolos" (I Apologia 61).
São Policarpo de Esmirna, que foi discípulo de S. João evangelista, mártir no ano 156, declarou: "Eu te louvo, Deus da Verdade, te bendigo, te glorifico por teu Filho Jesus Cristo, nosso eterno e Sumo Sacerdote no céu; por Ele, com Ele e o Espírito Santo, glória seja dada a ti, agora e nos séculos futuros! Amém" (Martírio de Policarpo 14,1-3).
Teófilo de Antioquia, ano 181, confirmou: "Igualmente os três dias que precedem a criação dos luzeiros são símbolo da Trindade: de Deus [=Pai], de seu Verbo [=Filho] e de sua Sabedoria [=Espírito Santo]" (Segundo Livro a Autólico 15,3).
S. Irineu de Lião, ano 189, afirmou: "Com efeito, a Igreja espalhada pelo mundo inteiro até os confins da terra recebeu dos apóstolos e seus discípulos a fé em um só Deus, Pai onipotente, que fez o céu e a terra, o mar e tudo quanto nele existe; em um só Jesus Cristo, Filho de Deus, encarnado para nossa salvação; e no Espírito Santo que, pelos profetas, anunciou a economia de Deus [...]" (Contra as Heresias I,10,1).
"Já temos mostrado que o Verbo, isto é, o Filho esteve sempre com o Pai. Mas também a Sabedoria, o Espírito estava igualmente junto d'Ele antes de toda a criação" (Contra as Heresias IV,20,4).
Tertuliano, escritor romano cristão, no ano 210: "Foi estabelecida a lei de batizar e prescrita a fórmula: 'Ide, ensinai os povos batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo'" (Do Batismo 13).
E o Concílio de Nicéia, ano 325, confirmou toda essa verdade:
"Cremos [...] em um só Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, nascido do Pai como Unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não feito, consubstancial com o Pai, por quem foi feito tudo que há no céu e na terra. [...] Cremos no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida, que procede do Pai, com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, o qual falou pelos Profetas" (Credo de Nicéia).

Autor:  Felipe Aquino
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe

domingo, 30 de maio de 2010

História de Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia ou Santa dos Impossíveis, como é geralmente conhecida a grande advogada dos aflitos, nasceu em Rocca Porena, perto de Cássia (Itália), em 22 de Maio de 1381, tendo por pais Antônio Mancini e Amada Ferri. O nascimento da Santa foi precedido por sinais maravilhosos e visões celestiais que fizeram seus pais perceberem algo da futura e providencial missão de Rita, que seria colocada no mundo para instrumento da misericórdia de Deus em favor da humanidade sofredora.
          Desde jovem, Rita tinha intenção de ser religiosa, mas seus pais, temendo que ela ficasse sozinha, resolveram casá-la com um jovem de família nobre, mas de temperamento excessivamente violento.  Ela suportou pacientemente tal situação por 18 anos. Como ele tinha muitos inimigos, foi assassinado. A viúva suportou a dolorosa perda, perdoando os assassinos. Porém, crescia em seus filhos o desejo de vingança. Rita pediu que Deus os levasse, pois seria melhor que outra tragédia. Assim, perdeu os filhos. Rita estava livre para dedicar-se a Deus e pediu para entrar no Convento das religiosas Agostinianas da cidade. Mas naquela comunidade só podiam entrar virgens. Então, ela transformou sua casa num claustro, onde rezava as orações habituais das religiosas.
       Uma noite, enquanto rezava, ouviu três batidas violentas em sua porta e uma voz lá de fora dizia: “Rita! Rita!”. Abriu a porta e viu em sua frente três Santos, que rapidamente a levaram ao Convento onde havia sido negada três vezes. Os mensageiros fizeram-na entrar, apesar das portas estarem fechadas, e deixaram Rita de Cássia em um dos claustros. Depois desapareceram.A superiora ficou fascinada com essa manifestação Divina. As religiosas decidiram por unanimidade que a viúva fosse recebida. Admitida noviça Rita começou a trabalhar para realizar seus desejos. Consagrou-se à oração e penitência, seu corpo foi seguidamente flagelado. Passava os dias a pão e água e noites sob vigília e oração.
      Certo dia pediu com extraordinário fervor que um estigma de Jesus aparecesse para sentir a dor da redenção. Em uma visão, Rita recebeu um espinho cravado em sua testa. A chaga ficou por toda a vida e ainda pode-se vê-la em sua cabeça conservada intacta com o resto do corpo.
       Um dia uma parente foi visitá-la, ela agradeceu a visita e ao se despedir pediu que lhe trouxesse algumas rosas do jardim. Como era inverno e não tinha rosas, pensaram que Rita estava delirando e sua visitante não ligou para seu pedido. Como para voltar para casa teria que passar pelo jardim olhou e se surpreendeu ao contemplar quatro lindas rosas que se abriram entre os ramos secos. Admirada do prodígio, entrou no jardim, colheu as flores e as levou ao Convento de Cássia. Nesta época, Rita estava muito doente e morreu em 22 de Maio de 1547.
      No dia seguinte, seu corpo foi colocado na Igreja do Convento. Todos os habitantes da cidade foram venerar a religiosa.

                               *Santificação e corpo intacto*

        No século XVII foi beatificada e em 24 de Maio de 1990, canonizada. O corpo de Santa Rita de Cássia continua conservado intacto até hoje. Qualquer pessoa pode contempla-la na Igreja do Convento de Cássia, dentro de um relicário de cristal. Depois de tantos anos, seus membros ainda têm flexibilidade e pela expressão do rosto, parece estar dormindo.

 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Padre é instrumento pelo qual Cristo chega às almas, diz Papa

Da Redação

Arquivo Reuters''Na base do ministério pastoral está o encontro pessoal e constante com o Senhor'', disse Bento XVI"Cada pastor é um instrumento através do qual Cristo chega às almas, para instruí-las e preservá-las". Foi o disse o Papa Bento XVI na catequese desta quarta-feira, 26, junto aos milhares de peregrinos reunidos na Praça São Pedro, no Vaticano. O Santo Padre recordou que, nas últimas semanas, falou sobre o ministério do sacerdote de ensinar e de santificar e, hoje, destacou o seu ofício de governar a porção do povo de Deus a ele confiado.

Segundo explicou Bento XVI, "para guiar o rebanho, o sacerdote necessita ter uma profunda amizade com o Senhor, uma contínua disponibilidade para deixar que Ele governe a sua vida e uma real obediência à Igreja".

"Por isso, na base do ministério pastoral, está o encontro pessoal e constante com o Senhor, para conformar a própria vontade com a d’Ele", complementou.

O Papa fez o convite aos sacerdotes para participarem das celebrações conclusivas do Ano Sacerdotal, de 9 a 11 de junho, quando "meditaremos sobre a conversão e a missão, o dom do Espírito e a relação com a Virgem Maria e renovaremos as nossas promessas sacerdotais, sustentados por todo o povo de Deus".

No final da Catequese, o Papa fez a saudação aos fiéis em vários idiomas. Em português, disse:

"Amados peregrinos de língua portuguesa, com destaque para a Associação 'Família da Esperança' pela numerosa presença dos seus membros: a minha saudação amiga para vós e para os fiéis de Niterói e de Curitiba. De coração a todos abençoo, pedindo que rezeis por mim, Sucessor de Pedro, cuja tarefa específica é governar a Igreja de Cristo, bem como pelos vossos Bispos e sacerdotes para que saibamos cuidar de todas as ovelhas do rebanho que Deus nos confiou. Obrigado!"
Papa nomeia novos bispos para as dioceses de Tubarão e São João del Rei .

Qua, 26 de Maio de 2010 06:32 cnbb .O bispo auxiliar do Rio de Janeiro, dom Wilson Tadeu Jünck, 58, é o novo bispo da diocese de Tubarão, em Santa Catarina, e o bispo de Cachoeiro do Itapemirim, dom Célio de Oliveira Goulart, 65, foi transferido para a diocese de São João del Rei, em Minas Gerais. As nomeações foram anunciadas nesta quarta-feira, 26, pelo papa Bento XVI.

Dom Wilson assume a diocese de Tubarão, que estava vacante desde setembro do ano passado. Nascido em Vidal Ramos (SC), no dia 10 de julho de 1951, o novo bispo de Tubarão foi ordenado padre em 17 de dezembro de 1977 pela Congregação do Sagrado Coração de Jesus (SCJ). Fez seus estudos de Filosofia e Teologia nos conventos Sagrado Coração de Jesus, respectivamente, em Brusque (SC) e Taubaté (SP). Em Roma, na Pontifícia Universidade Gregoriana, fez psicologia.

Nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro em junho de 2003, dom Wilson recebeu a ordenação em 16 de agosto do mesmo ano. Seu lema episcopal é “Amar é dar a vida”.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Quando a fé e a razão se encontram

Entre os dias 30 e 02 de maio, aconteceu em Maceió o V Encontro Estadual das Universidades Renovadas de Alagoas. Witamar Agostinho dos Santos, coordenador estadual do Ministério Universidades Renovadas, testemunha sobre as graças recebidas durante a organização do encontro e relata as experiências vividas.

"Com o coração repleto de alegria e gratidão agradeço a Deus pelo tamanho amor e misericórdia concedidos a nós durante o V Encontro Estadual Universidades Renovadas de Alagoas.

Deus providenciou tudo o que foi necessário para nós. O nosso investimento para o evento foi bem ousado. O Senhor nos falava que neste encontro Ele nos daria a dose certa do que precisávamos, nem mais e nem menos. E quero partilhar com vocês que o necessário de Deus não é pouca coisa, não. O necessário de Deus é muito para nós. Também foi possível perceber que Deus nos concedeu um forte amadurecimento e uma visão espiritual profética da sua obra.

Os testemunhos dos professores que fizeram parte das mesas temáticas do encontro encheu-nos de profunda alegria e gratidão. Uma professora da Universidade Federal de Alagoas – UFAL - falou-nos assim: 'Hoje vocês restituiram minha religiosidade que a universidade tinha roubado de mim durantes estes anos de formação e quando olho pra você Witamar e demais membros do MUR/AL, sinto uma paz profunda em vocês. Sei que é a presença forte de Deus, sei que é obra de Deus porque vocês me transmitem muita paz'.

Depois da palestra na mesa temática, nós todos, como de costume, rezamos pela professora. Na oração, pedimos pela sua vida profissional e agradecemos pelo seu testemunho de disponibilidade de uma profissional que deu de seu precioso tempo para nos prestigiar e estar conosco num encontro de ciência e fé. No momento em que rezávamos a professora se emocionou bastante e disse que seu coração se enchia de profunda alegria por aquele dia tão especial.

Na outra mesa temática, outro professor, que tem nos acompanhado nas últimas três edições do encontro, reforçou o desejo de sempre estar conosco porque vê muitos frutos através de nós.

Deus seja louvado por tamanha ação divina no meio de nós! Esses testemunhos nos dão ânimo para continuar na missão de encher as universidades da doutrina de Jesus."

Witamar Agostinho dos Santos
coord. MUR Alagoas